INCERTEZAS
Na exatidão do tempo
No balbucio da criança
Na tristeza da lembrança
No manto escuro da noite
Persistem as incertezas.
As certezas do que vejo
As clarezas do pensamento
As destrezas dos acertos
Os seguimentos da reta
Persistem as incertezas.
Já me fui, já não vou
Hoje sou, o que nunca fui
Labirintos inconclusos
Dos medos, sou recluso
Carrego as incertezas.
Confusão no pensar
Clarezas, não mais há
Cegueiras, em meu olhar
Dúvidas, estão no ar
São tantas as incertezas.
Já não sei o que sou
Pedaços de mim, só o que restou
Ternuras, eu sei que há
Fração, podem até se juntar
Só não sei o certo no que vai dar.
São tantos questionamentos
Vivo os dias sem lamentos
As dúvidas são tormentos
Incisto em decifrar
As incertezas a me perturbar.
Poema escrito pelo Profº Rosalvo Silva Filho
Formado em Ciências Físicas e Biológicas pela Faculdade Profº José A. vieira
Latus Sensus em Saúde e Meio ambiente pela Universidade de Lavras
Formação Acadêmica em Matemática pela Unioesp.
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